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Coletivo Nacional de Mulheres do PSOL
- 10 de fevereiro de 2012
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O ano de 2012 em nosso país iniciou com enfrentamentos importantes das mulheres e da classe trabalhadora, fosse na luta pela demarcação de terra dos indígenas, a luta pela moradia que teve sua expressão maior com a desocupação do Pinheirinho e agora as greves das PMs e bombeiros na Bahia e no Rio de Janeiro, em todas estas lutas as mulheres do PSOL foram parte ativa na solidariedade de classe ou na intervenção concreta dos processos.
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209 militantes do PSOL, PSTU e independentes
- 17 de outubro de 2011
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A cidade do Rio de Janeiro vem passando por um processo de enormes transformações. Impulsionadas pelas necessidades de acumulação e reprodução do grande capital, enormes e vultosas obras estão alterando significativamente o espaço urbano e a vida dos habitantes da cidade. Levadas a cabo pelos governos municipal, estadual e federal, esses gigantescos empreendimentos, buscando “preparar” a malha urbana para os megaeventos dos anos futuros (Copa do Mundo de 2014 e Olimpíadas de 2016), têm propiciado realizar um antigo objetivo das corporações imobiliárias: a remoção de milhares de famílias de trabalhadores de suas casas, alocando-as em localidades muito distantes de suas ocupações cotidianas e sem condições dignas de vida, isso quando não ocorre o puro despejo.
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Jane Barros, Setorial Mulheres PSOL e Direção Estadual PSOL RJ e André Ferrari, Diretório Nacional do PSOL
- 03 de dezembro de 2010
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A participação do PSOL nas eleições de 2010 teve muitos elementos positivos. A candidatura de Plínio deu um perfil público mais à esquerda ao partido e aproximou o PSOL dos ativistas dos movimentos sociais. Os mandatos conquistados ou mantidos contrabalançaram em parte as perdas importantes que o partido teve. Apesar disso, a pergunta que fica é se isso era o máximo que a esquerda socialista poderia obter dessas eleições. Em nossa avaliação, apesar da conjuntura muito difícil com as ilusões em Lula, a oposição de esquerda poderia ter conseguido muito mais se não tivesse cometido alguns erros fundamentais nesse processo.
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Nem Serra, Dilma ou Marina – por uma verdadeira alternativa dos trabalhadores
Vote Plínio e PSOL 50!
A campanha eleitoral dos grandes partidos esse ano não poderia ser mais vazia politicamente, sem nenhum traço de debate de ideológico entre projetos de sociedade. Dilma, Serra e Marina se baseiam no mesmo sistema e na mesma política neoliberal. A prioridade deles são os interesses dos banqueiros, do agronegócio, das empreiteiras e grandes empresas.
Eles fazem uma campanha eleitoral baseada na visão de marqueteiros e com cabos eleitorais pagos. Para quem quer protestar, eles lançam até os "bobos da corte", como Tiririca, como candidatos.
Nós queremos pedir seu voto para o PSOL, em defesa de um projeto de transformação socialista da sociedade e pela reconstrução de uma esquerda combativa.
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Manifesto da LSR
- 21 de agosto de 2010
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 Uma campanha socialista a serviço das lutas
O que os trabalhadores têm a esperar das principais candidaturas nessas eleições? Mais do mesmo. Dilma e Serra representam o mesmo projeto político, com as mesmas prioridades. A própria Marina Silva expressa isso, quando em entrevistas diz que reivindica a continuidade da política econômica desde FHC até Lula, ao mesmo tempo em que ela mostra que, com ela, também nada mudaria.
Nada mostra de forma mais clara as prioridades dos governos do que a questão da dívida pública.
Segundo dados apresentados na CPI da dívida pública (formada a partir de proposta de Ivan Valente do PSOL), durante o governo Lula foram gastos R$ 1,7 trilhões com juros e amortizações da dívida pública. Mesmo pagando todo esse montante, a dívida pública só aumenta e hoje já ultrapassa os R$ 2 trilhões.
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