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Mariana Cristina, LSR-RJ
- 13 de dezembro de 2012
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A eleição municipal do Rio de Janeiro foi marcada por uma forte disputa pelo segundo turno. Apesar de Eduardo Paes ter sido reeleito com 64,6% dos votos no primeiro turno, desempenho esperado pela sua estrutura de campanha, Marcelo Freixo, o PSOL e os militantes que fizeram sua campanha voluntariamente, foram os verdadeiros vitorioso nessas eleições.
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Propostas de resoluções apresentadas ao DN do PSOL
- 04 de dezembro de 2012
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Essas três resoluções foram apresentadas por conjunto de correntes do PSOL, incluindo a LSR, ao diretório nacional do PSOL que ocorreu nos dias 01-02 de dezembro, e obteve 43% dos votos.
Nas eleições municipais, o PSOL conquistou uma vitória política indiscutível. Apresentando-se pela esquerda, o partido ampliou de forma muito significativa suas votações; elegeu um prefeito (no município de Itaocara, no estado do Rio de Janeiro), passou ao segundo turno em duas capitais – Belém e Macapá – e obteve grandes votações em outras capitais e nas maiores cidades (com destaque para Rio de Janeiro, Fortaleza, Florianópolis, Niterói) e vitórias políticas importantes como em Belo Horizonte, Salvador, Porto Alegre, Maceió e Natal; ampliou de forma expressiva sua bancada de vereadores. Tudo isto, apresentando-se pela esquerda, demarcando tanto com os partidos da direita tradicional como com o bloco dos apoiadores do governo federal.
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André Ferrari, Direção Nacional do PSOL e da LSR (CIT-Brasil)
- 04 de dezembro de 2012
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Ajude a derrotar a política que transforma o partido numa ala esquerda do lulismo!
Por um PSOL democrático, baseado nas lutas sociais e de oposição ao PT e à velha direita!
O PSOL obteve um grande avanço nas eleições municipais. Os 2,39 milhões de votos obtidos superam a votação de velhos partidos como o PCdoB e o PV. Esses votos foram resultado da coerência e da militância do partido. Apesar disso, o PSOL está sob grave risco. O risco de deixar de ser a principal referência de oposição de esquerda ao governo do PT e transformar-se numa ala esquerda do lulismo. O risco também de relativizar sua história, seu programa e sua coerência em nome do pragmatismo eleitoral.
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Membros do Diretório Nacional do PSOL e outros
- 25 de outubro de 2012
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Companheiras e companheiros do DNPSOL,
Como se sabe, nós dirigentes nacionais do partido que assinamos esta nota política exclusivamente dirigida a este Diretório Nacional, nos dirigimos à Executiva Nacional do partido, em 16 de outubro, colocando a óbvia necessidade de esta instância partidária (ENPSOL) se reunir para avaliar a situação posta após o primeiro turno e se posicionar sobre o segundo turno, de modo a orientar a posição de nossos militantes e dirigentes regionais e municipais. Naquele momento, a questão que mais chamava a atenção, por sua total ruptura com história de alianças do partido, inclusive suas mais recentes resoluções, era a aliança formada, em Macapá, com os setores mais reacionários da política nacional, representados pelos partidos DEM, PSDB e PTB.
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Membros do Diretório Nacional do PSOL e outros
- 16 de outubro de 2012
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 Nas eleições de 7 de outubro, o PSOL conquistou uma vitória política indiscutível. Apresentando-se pela esquerda, o partido ampliou de forma muito significativa suas votações; elegeu um prefeito (no município de Itaocara, no estado do Rio de Janeiro), passou ao segundo turno em duas capitais – Belém e Macapá – e obteve grandes votações em outras capitais e nas maiores cidades (com destaque para Rio de Janeiro, Fortaleza, Florianópolis, Niterói) e vitórias políticas importantes como em Belo Horizonte, Salvador, Porto Alegre, Maceió e Natal; ampliou de forma expressiva sua bancada de vereadores. Tudo isto, apresentando-se pela esquerda, demarcando tanto com os partidos da direita tradicional como com o bloco dos apoiadores do governo federal.
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