|
Carla Queiroz, estudante de Psicologia da USP
- 01 de dezembro de 2011
|
Nos campi universitários, nas favelas ou nas ruas o aparato policial defende de forma violenta o projeto de sociedade da classe dominante.
Na madrugada do dia 8 de novembro, pouco mais de 70 pessoas – entre estudantes e trabalhadores – dormiam na ocupação da reitoria da USP quando foram surpreendidos pelo barulho de helicópteros e pela visão de 400 policiais da tropa de choque, GOE, GATE e cavalaria. A reintegração de posse do local, bem como a prisão destes companheiros, foi feita de forma truculenta, com denúncias de violência contra aqueles que foram presos e até mesmo contra aqueles que protestaram diante da ação da polícia.
|
|
Leia mais...
|