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Danny Byrne, CIT e Francisco Oliveira Raposo, Socialismo Revolucionário (CIT em Portugal)
- 22 de fevereiro de 2012
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 Os coordenadores da central CGTP afirmou que os trabalhadores, aposentados e jovens, que inundaram as ruas de Lisboa no sábado, 11 de fevereiro, eram mais de 300 mil. Isso tornaria a marcha, chamada contra as políticas de austeridade impulsionadas pelo governo de coligação de direita e a Troika, a maior manifestação dos trabalhadores em 32 anos, desde o período revolucionário dos anos 70. Essas políticas estão empurrando a economia e a sociedade cada vez mais na mesma direção que a Grécia, para o empobrecimento em massa e moratória da dívida. Mas, com uma greve geral agora anunciada para 22 de março está sendo mostrado que, como na Grécia, o povo trabalhador vai abalar o sistema nas suas bases na luta por uma caminho alternativo.
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Declaração Conjunta das secções do CIT na Grécia, Portugal, Irlanda, Itália e Espanha
- 18 de fevereiro de 2012
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A luta internacional pode acabar com a ditadura dos mercados
Em 2012, os mercados e os governos capitalistas que os servem tem mais miséria profunda para nos impor. Isto significará o aprofundamento da crise económica e da guerra a ser travada contra a vida e o futuro do povo trabalhador. As secções do Comité por uma Internacional dos Trabalhadores na Grécia, Irlanda, Portugal, Itália e Espanha, apoiadas pelas outras secções do CIT na Europa, incluindo a França e a Alemanha, fazem a seguinte declaração como resposta à guerra de classes travada contra a classe trabalhadora e jovens dos nossos países, uma resposta à chantagem dos mercados e da União Europeia (UE) e uma resposta contra a lenga-lenga de que não há nenhuma alternativa que não o da cobarde capitulação aos mercados e aos detentores de obrigações da divida soberana.
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Niall Mulholland falou com Andros Payiatsos, de Xekinima (CIT na Grécia), que participou dos enormes protestos no final de semana em Atenas
- 16 de fevereiro de 2012
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Resposta maciça dos trabalhadores gregos contra os novos cortes e austeridade
No domingo passado, o parlamento grego aprovou os novos cortes e política de austeridade exigidos pela União Europeia (UE) e Fundo Monetário Internacional (FMI) em troca de um novo grande pacote de resgate, para evitar que a Grécia dê calote em suas dívidas. As medidas de austeridade brutais foram exigidas pela UE como uma condição prévia para a liberação dos recursos. Mas os cortes provocaram uma resposta maciça dos trabalhadores gregos, com uma greve de 24 horas na terça-feira 7 de fevereiro e uma nova greve geral de 48 horas na sexta-feira e sábado, 10 e 11 de fevereiro. Isso é sem precedentes na história do pós-guerra do país. Protestos enormes ocorreram em toda a Grécia.
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Socialismo Revolucionário (CIT Portugal)
- 17 de janeiro de 2012
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No passado dia 24 de novembro de 2011 deu-se a primeira Greve Geral convocada pelas centrais sindicais, sindicatos independentes, com o apoio Plataforma 15 de Outubro (15-O) e muitos outros movimentos sociais, após o acordo com a Troika (FMI, Banco Central Europeu e Comissão Europeia).
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Marcus Kollbrunner
- 01 de dezembro de 2011
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A Europa está à beira de uma nova crise profunda. Os governos não oferecem nenhuma saída. Eles só concordam que o preço para salvar o sistema capitalista deve ser pago pelo povo trabalhador. Enquanto novos pacotes de cortes e ataques são implementados, continua a resistência, com greves gerais e grandes mobilizações.
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