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Marcus Kollbrunner
- 13 de setembro de 2011
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Em agosto o pânico voltou aos mercados financeiros mundiais. Está cada vez mais evidente que as medidas tomadas para evitar um colapso da economia em 2008-2009 estão se esgotando e o remédio está se tornando um veneno que ameaça provocar um novo aprofundamento da crise econômica mundial.
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Marcus Kollbrunner
- 29 de novembro de 2010
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A crise econômica mundial, que eclodiu em 2008, entrou numa nova fase. A primeira fase começou como uma crise financeira. Diante da crise mais grave desde a segunda guerra mundial, os governos interviram principalmente com pacotes de resgate gigantescos aos bancos e ao setor financeiro.
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Per-Åke Westerlund, Rättvisepartiet Socialisterna (CIT Suécia)
- 15 de outubro de 2010
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A economia mundial cresceu apenas 2,8% em 2008 e o PIB mundial caiu, pela primeira vez desde a Segunda Guerra Mundial, em 0,6% em 2009. Nos EUA, a maior economia do planeta, retrocedeu em 3,2%, enquanto a queda foi ainda maior em vários países importantes da Europa, Alemanha, Grã Bretanha e Itália, assim como no Japão.
Só mesmo o maior resgate econômico da história evitou que a crise se torna-se tão grave quanto a grande depressão dos anos 30. O Fundo Monetário Internacional (FMI) deu o nome de “a grande recessão” à essa crise.
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O Socialista (社会主义者), revista produzida pelos apoiadores chineses do CIT
- 08 de junho de 2010
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O sistema capitalista global está mais uma vez oscilando à beira de uma grave crise financeira e recessão econômica. A crise da dívida soberana (pública) na Europa – que ameaça a existência do euro e até da União Europeia (UE) – está causando ondas de choque em todo o mundo. A perspectiva muito real de calotes da Grécia e de países maiores como Espanha e Itália se aproxima. Isso por sua vez pode derrubar os grandes bancos e desencadear uma nova crise de crédito ainda mais terrível que a após o colapso do Lehman Brothers 18 meses atrás.
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The Socialist, jornal do Partido Socialista (CIT Inglaterra & Gales)
- 07 de maio de 2010
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A severa crise da dívida na Grécia está tendo grandes repercussões na zona do euro, na União Européia (UE) e internacionalmente. Os governos da zona do euro temem diariamente que o contágio se espalhe para além da Grécia, já que várias outras economias foram rotuladas como em risco de problemas possivelmente maiores, incluindo Espanha, Portugal, Irlanda e Grã Bretanha. Embora a Grã Bretanha não esteja na zona do euro, a maioria de seu comércio é com a Europa e assim, está vulnerável ao turbilhão atual.
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