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Alternativa Socialista (CIT nos Estados Unidos)
- 10 de outubro de 2011
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Todas as atenções pelo mundo estão voltadas para a ocupação de Wall Street. Os protestos capturaram o imaginário de milhares e inspiraram novas ocupações que se espalharam pelos EUA.
A repressão policial em Nova Iorque, uma tentativa de intimidar esse movimento, falhou completamente em quebrar nosso moral. Agora estamos mais determinados do que nunca a lutar. Inspirados pelos levantes revolucionários no Egito e norte da África, bem como pelas ocupações de massa da juventude na Espanha e na Grécia, os manifestantes tomaram as ruas de Nova Iorque e outras cidades americanas para enfrentar a dominação que Wall Street e os grandes negócios têm de nossas vidas.
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Brett Hoven, do Justice, jornal da Alternativa Socialista (CIT nos EUA)
- 14 de setembro de 2009
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Há oito anos, em 11 de setembro de 2001, aviões foram sequestrados e lançados contra o World Trade Center, em Nova Iorque e contra o Pentágono e ainda outro avião não chegou ao seu alvo, caindo na Pensilvânia. Milhares de inocentes perderam suas vidas nesses horrendos e indiscriminados ataques. A enorme repulsa pública resultante foi explorada pela administração Bush para lançar uma invasão e ocupação do Afeganistão três meses depois, sobretudo para remover o Talibã do poder e destruir a Al Qaeda, mas também para suprir os interesses do imperialismo americano e das grandes corporações na Ásia Central e mais tarde no Oriente Médio.
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Jesse Lessinger, Alternativa Socialista (CIT nos EUA)
- 07 de setembro de 2009
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Os limites da reforma vinda de cima – a necessidade de luta vinda de baixo
Ele tem sido chamado de “socialista” e “nazista.” Dizem que haverá “listas da morte”, onde burocratas do governo tomarão decisões sobre se a vovó irá ou não viver. Estes são apenas uns dos ataques levantados contra o presidente Obama e seus planos por uma reforma da saúda feitos por furiosos direitistas patrocinados pela Fox News que estão interrompendo recentes reuniões “municipais” em todos os EUA. É claro que nenhuma delas é verdadeira.
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Ricardo Barros
- 23 de março de 2009
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Jesse Lessinger é militante do Socialist Alternative (CIO nos EUA). Ele participou da II Escola Latino-americana realizada em 12-16 de fevereiro em São Paulo e fizemos essa entrevista sobre a situação dos EUA.
CRISE: Como os trabalhadores dos EUA estão sendo afetados pela crise econômica?
Na mídia está se dizendo que essa é a maior crise que o capitalismo atravessa desde a década de 1930. Analisando diferentes dados, percebem-se as grandes dificuldades que os trabalhadores estão enfrentando. De 2007 até janeiro desse ano já se contabilizam 3,6 milhões de demissões, sendo que mais da metade delas ocorreu nos últimos meses e ainda se prevê que até o final do mês ultrapasse o número de 4 milhões de demissões. Além disso, os milhões de déficit no orçamento apontam para cortes nos serviços públicos como educação, saúde, transporte público. Ou seja, a conta da crise é jogada sobre os trabalhadores, precarizando suas condições de vida. É um verdadeiro Tsunami econômico caindo sobre os ombros da classe trabalhadora.
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Tony Saunois, CIO, Londres
- 09 de novembro de 2008
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Qual será a política externa dos EUA depois da eleição?
Os dois mandatos de George W Bush caracterizaram-se pelas guerras em andamento no Afeganistão e Iraque, a brutalidade da Baía de Guantânamo e a desigualdade sempre crescente na sociedade americana. Agora, ele está presidindo uma recessão global intensa. Com presidente eleito democrata, Barack Obama, o que essa nova situação significa para a política externa dos EUA?
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Luciano Barbosa
- 31 de março de 2008
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As próximas eleições dos EUA mostrarão o fim da era Bush. Um presidente do partido democrata, sendo hoje Barak Obama o mais provável, pode abrir espaço para uma nova ofensiva por parte do imperialismo estadunidense. Mas o próximo presidente também herdará um país em crise econômica e com crescente descontentamento com os grandes gastos econômicos e de vidas com a permanência de tropas no Iraque.
Essa situação abrirá novas possibilidades para lançar uma alternativa política para a classe trabalhadora, ao invés dos dois partidos dos patrões, que são a única escolha hoje.
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