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Bryan Koulouris e Ty Moore, Alternativa Socialista (CIT nos EUA)
- 11 de dezembro de 2012
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Dezenas de milhões respiraram aliviados ao ouvir que Mitt Romney e Paul Ryan não tomariam posse na Casa Branca. Sindicalistas, mulheres, afro-americanos, latinos e a comunidade LGBT corretamente viu a política republicana como uma ameaça cruel e real.
A direita tentou roubar a eleição com intimidação de eleitores, escondendo sua política com um populismo falso nas últimas semanas, gastando mais de um bilhão de dólares de campanha para tentar atacar os pobres, os jovens, negros e latinos.
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Alternativa Socialista (CIT nos Estados Unidos)
- 10 de outubro de 2011
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Todas as atenções pelo mundo estão voltadas para a ocupação de Wall Street. Os protestos capturaram o imaginário de milhares e inspiraram novas ocupações que se espalharam pelos EUA.
A repressão policial em Nova Iorque, uma tentativa de intimidar esse movimento, falhou completamente em quebrar nosso moral. Agora estamos mais determinados do que nunca a lutar. Inspirados pelos levantes revolucionários no Egito e norte da África, bem como pelas ocupações de massa da juventude na Espanha e na Grécia, os manifestantes tomaram as ruas de Nova Iorque e outras cidades americanas para enfrentar a dominação que Wall Street e os grandes negócios têm de nossas vidas.
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Brett Hoven, do Justice, jornal da Alternativa Socialista (CIT nos EUA)
- 14 de setembro de 2009
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Há oito anos, em 11 de setembro de 2001, aviões foram sequestrados e lançados contra o World Trade Center, em Nova Iorque e contra o Pentágono e ainda outro avião não chegou ao seu alvo, caindo na Pensilvânia. Milhares de inocentes perderam suas vidas nesses horrendos e indiscriminados ataques. A enorme repulsa pública resultante foi explorada pela administração Bush para lançar uma invasão e ocupação do Afeganistão três meses depois, sobretudo para remover o Talibã do poder e destruir a Al Qaeda, mas também para suprir os interesses do imperialismo americano e das grandes corporações na Ásia Central e mais tarde no Oriente Médio.
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Jesse Lessinger, Alternativa Socialista (CIT nos EUA)
- 07 de setembro de 2009
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Os limites da reforma vinda de cima – a necessidade de luta vinda de baixo
Ele tem sido chamado de “socialista” e “nazista.” Dizem que haverá “listas da morte”, onde burocratas do governo tomarão decisões sobre se a vovó irá ou não viver. Estes são apenas uns dos ataques levantados contra o presidente Obama e seus planos por uma reforma da saúda feitos por furiosos direitistas patrocinados pela Fox News que estão interrompendo recentes reuniões “municipais” em todos os EUA. É claro que nenhuma delas é verdadeira.
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Ricardo Barros
- 23 de março de 2009
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Jesse Lessinger é militante do Socialist Alternative (CIO nos EUA). Ele participou da II Escola Latino-americana realizada em 12-16 de fevereiro em São Paulo e fizemos essa entrevista sobre a situação dos EUA.
CRISE: Como os trabalhadores dos EUA estão sendo afetados pela crise econômica?
Na mídia está se dizendo que essa é a maior crise que o capitalismo atravessa desde a década de 1930. Analisando diferentes dados, percebem-se as grandes dificuldades que os trabalhadores estão enfrentando. De 2007 até janeiro desse ano já se contabilizam 3,6 milhões de demissões, sendo que mais da metade delas ocorreu nos últimos meses e ainda se prevê que até o final do mês ultrapasse o número de 4 milhões de demissões. Além disso, os milhões de déficit no orçamento apontam para cortes nos serviços públicos como educação, saúde, transporte público. Ou seja, a conta da crise é jogada sobre os trabalhadores, precarizando suas condições de vida. É um verdadeiro Tsunami econômico caindo sobre os ombros da classe trabalhadora.
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Tony Saunois, CIO, Londres
- 09 de novembro de 2008
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Qual será a política externa dos EUA depois da eleição?
Os dois mandatos de George W Bush caracterizaram-se pelas guerras em andamento no Afeganistão e Iraque, a brutalidade da Baía de Guantânamo e a desigualdade sempre crescente na sociedade americana. Agora, ele está presidindo uma recessão global intensa. Com presidente eleito democrata, Barack Obama, o que essa nova situação significa para a política externa dos EUA?
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