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Will de Siqueira, militante da LSR e do Terra Livre - movimento popular do campo e da cidade
- 06 de julho de 2010
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Todas as categorias do funcionalismo público brasileiro têm sofrido grandes ataques nos últimos períodos, e em São Paulo não é diferente. Como os professores, em março, os servidores do judiciário paulista constroem neste momento uma grande greve. Estamos paralisados desde 28 de abril e a greve completa hoje 70 dias.
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Wilson Borges Filho, “Educadores Socialistas na Luta” e Oposição Alternativa
- 01 de maio de 2010
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 Os professores da rede pública do estado de São Paulo travaram uma grande batalha contra os ataques neoliberais do governo Serra. Por 32 dias, a categoria enfrentou bravamente tanto a intransigência dos tucanos quanto as mentiras da grande mídia, que blindou os tucanos durante toda a luta.
Os ataques contra a educação paulista visavam aprofundar ainda mais a mercantilização e sucateamento da escola pública e a culpabilização dos professores pelo consequente fracasso. Neste sentido, as provas aplicadas para definir emprego e salário na verdade apenas intensificam o problema.
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Joaquim Aristeu da Silva, trabalhador da AmBev há 22 anos
- 26 de fevereiro de 2010
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A AB InBev/AmBev, fabricante das marcas Brahma, Skol, Antártica e Boemia no Brasil, e várias outras marcas famosas em nível mundial, detém aproximadamente 30% do mercado de cerveja do mundo, com R$35 bilhões de faturamento anual. Ela emprega 116 mil trabalhadores em todo o mundo, com um patrimônio próximo de 100 bilhões de dólares, e no intuito de aumentar ainda mais este patrimônio, aprofunda a exploração de seus trabalhadores em todo mundo.
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Wilson Borges Filho, “Educadores Socialistas na Luta” e Oposição Alternativa
- 26 de fevereiro de 2010
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O ano 2009 foi desastroso para os professores da rede pública estadual de São Paulo. Graças à política de traição da direção majoritária da APEOESP, sindicato da categoria, ArtSind, ArtNova e CSC permitiram que Serra continue destruindo a educação Pública do Estado e aprofundando a política neoliberal na educação do Estado.
A aprovação dos decretos 19 e 20 no primeiro semestre atacaram duramente as já precárias condições de trabalho dos professores paulistas, alem de representar uma espécie de síntese dos ataques sofridos pelo professorado paulista da última década.
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