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Niall Mulholland, CIT
- 11 de agosto de 2011
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140º aniversário das heroicas poucas semanas em que os trabalhadores tomaram o poder
As lutas de massas contra as ditaduras e a pobreza varreram o Norte de África e o Médio Oriente, encorajando trabalhadores e jovens trabalhadores na região e internacionalmente a procurar aprender com movimentos revolucionários anteriores
Este ano passa o 140º Aniversário da Comuna de Paris, quando por algumas breves mas semanas heroicas a classe trabalhadora chegou pela primeira vez ao poder. Nas palavras imortais de Karl Marx, as massas “assaltaram o céu”.
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Peter Taaffe, Secretário Geral do Partido Socialista (CIT na Inglaterra & Gales)
- 26 de outubro de 2009
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No vigésimo aniversário de 1989 os ideólogos, políticos e a mídia do capitalismo mundial desejam reforçar na consciência popular que os eventos daquele tumultuoso ano significam apenas uma coisa: a “derrota final” do marxismo, do “comunismo” e do próprio socialismo, enterrados para sempre sob o entulho do Muro de Berlim. Eles também significam a vitória final do capitalismo, que “encerrou a história” de acordo com Francis Fukuyama, e estabeleceram esse sistema como o único modelo possível de organização da produção e gestão da sociedade.
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Peter Taaffe, CIO
- 31 de março de 2009
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Em 15 de janeiro de 1919, Rosa Luxemburgo e Karl Liebknecht, os melhores cérebros da classe trabalhadora alemã e suas figuras mais heróicas, foram brutalmente assassinados pelo militarismo alemão derrotado e sedento de sangue, apoiado completamente pelos covardes líderes social-democratas. Neste importante aniversário, é importante o inspirador legado revolucionário de Luxemburgo.
Os assassinatos de Luxemburgo e Liebknecht foram decisivos na derrota da revolução alemã. Também estiveram ligados à vitória de Adolf Hitler e dos nazistas em 1933. Wilhelm Canaris, o oficial naval que ajudou na fuga de um dos assassinos de Rosa, iria comandar a Abwehr, a inteligência militar dos nazi.
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Tatiana Kapor
- 01 de maio de 2008
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Há 40 anos atrás, o mundo assistiu a diversas lutas e manifestações que fizeram tremer a burguesia mundial.
1968 foi um ano em que a juventude se revoltou, não somente na França, mas em países como Inglaterra, México, Polônia, Alemanha, entre outros. Lutas travadas contra o capitalismo e as elites. O mundo assistiu ainda à guerra do Vietnã, que impulsionou manifestações anti imperialistas nos Estados Unidos. Ainda nesse ano, foi assassinado, nos EUA, Martin Luther King Jr., lutador pelos direitos dos negros.
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Reginaldo Costa
- 01 de maio de 2008
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Como que por uma ironia do destino, contra todos os prognósticos da imprensa burguesa, a rebeldia da juventude volta a ganhar projeção nacional com a renúncia do reitor da UNB, Timothy Mulholland, um dos responsáveis pela privatização dessa universidade, e responsável pelo desvio de R$ 470 mil das verbas de pesquisa para comprar móveis de luxo para o seu apartamento. Reafirmou-se um aumento expressivo das mobilizações estudantis, que já vinham ocorrendo de maneira mais nítida desde o ano de 2007, com as ocupações das universidades federais durante as aprovações criminosas do chamado projeto de expansão universitária do governo Lula, o REUNI. Toda essa efervescência da juventude acontece, justamente, no ano em que se completam 40 anos das mobilizações do emblemático ano de 1968. Mas o que representou este fatídico ano na realidade das lutas da classe trabalhadora?
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